O Mercado Imobiliário Hoje

Mercado Imobiliário da capital encerra semestre em alta

O mercado de imóveis novos residenciais da cidade de São Paulo encerrou o primeiro semestre em alta. Os resultados de junho foram inferiores apenas à excelente performance de comercialização do mês de maio.

Destaque do mês de junho foi o segmento de dois dormitórios, que respondeu por 39,3% total de 3.574 unidades comercializadas.

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Fonte: Secovi

Previsões otimistas para o mercado em 2009

De acordo com dados do Secovi-SP, houve um crescimento nas compras de imóveis. "Em todas as cidades do Brasil, especialmente São Paulo, o mercado imobiliário voltou a vender em janeiro, fevereiro e março, como se já estivesse espantado a crise e caminhado com vontade para superá-la com eficiência e maturidade", comenta Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing da instituição.

É na crise que surgem bons negócios. Essa opinião também é compartilhada pelo engenheiro Luiz Fernando Lucho do Valle, presidente da Ecoesfera Empreendimentos Sustentáveis. "A aquisição de imóveis passa a ter um significado de estabilidade, por isso vale a pena investir."

O consumidor já percebeu que investir em imóveis continua uma boa oportunidade de lucros seguros, mesmo com crise. A prova disso é que as incorporadoras estão tendo ótimos resultados com os últimos lançamentos, antecipando até assinaturas de contrato. "Mas há outros dados para otimismo. Logo surtirão efeitos dos planos governamentais de recuperação encetados pelos países de primeiro mundo, com reflexos bastante positivos em emergentes como o Brasil", explica Fernández Mera. Apesar da crise, otimismo é a palavra que move o setor. "Temos razões suficientes para acreditar em 2009", conclui.

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Fonte: IG

Otimismo para o mercado imobiliário em 2009

Em meio à crise imobiliária nos Estados Unidos, analistas apontam um forte e sustentado crescimento do mercado imobiliário em países emergentes como o Brasil. Inácio Rodrigo de Castro, CEO da Catena&Castro Real Estate, uma das maiores empresas de serviço imobiliário do Brasil, acredita que as oportunidades em mercados maduros como Nova York, Londres, Paris e Tóquio ainda existem, mas com limitações de ganho. Os investidores querem mercados onde a economia cresce de forma saudável. E o Brasil, particularmente, é um desses mercados.

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Fonte: Inácio Rodrigo de Castro

Secovi-SP lança balanço trimestral do mercado imobiliário 2009

Em março, foram comercializados na capital paulista 2.162 imóveis novos, contra os 1.556 de fevereiro e os 1.113 de janeiro, indica pesquisa do Secovi-SP
Os efeitos da crise financeira internacional sobre o setor imobiliário são cada vez mais tênues, segundo indica o Balanço Trimestral do Mercado Imobiliário de São Paulo divulgado pelo Secovi-SP à imprensa no dia 20/5.

Os indicadores mostram uma flagrante recuperação no número de unidades habitacionais lançadas e comercializadas na cidade de São Paulo, depois do forte abalo provocado pela turbulência mundial.

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Fonte: Sisp

Confiança no mercado Imobiliário

Em volume de recursos, os resultados são altamente positivos. Conforme balanço da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), de janeiro a abril deste ano os recursos da caderneta de poupança financiaram 78 mil unidades, o correspondente a R$ 8,3 bilhões. A Caixa Econômica Federal, uma das instituições que mais investem em habitação no País, pretende aplicar este ano R$ 30 bilhões em financiamentos, entre recursos da poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

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Potencial do setor imobiliário

O mercado brasileiro de crédito imobiliário representa, atualmente, apenas 2% de todo o crédito concedido em relação ao PIB. Sua possibilidade de crescimento é percebida quando se compara a outros países do mundo, onde chega a média de 50% (1).

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Fonte: Franquia Imóveis

Mercado Imobiliário de São Paulo apresenta crescimento positivo

A economia brasileira vive uma realidade inédita, com taxa de juros básica de um dígito (Selic de 8,75%), equivalente a juros reais próximos de 4%. A perspectiva de variação do Produto Interno Bruto (PIB) do País para este ano ainda é negativa, mas já houve redução da expectativa em junho, de -0,5% para -0,38%, conforme relatório Focus do Banco Central do Brasil, de 31 de julho.

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Fonte: Secovi